segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Porque comemos por prazer?


Porque comemos por prazer?

Segundo Paulo, Freud explica que nosso desenvolvimento cognitivo relaciona-se diretamente com as descobertas das zonas erógenas do corpo, e ainda deixa claro que no primeiro estagio experimentamos o mundo com a boca, é, até os dois anos de idade mais ou menos, tudo que cabe nela nos mascamos, e o que não cabe nos lambemos, e assim saciamos nossas ansiedades e curiosidades.
Mas quando este estágio permanece?
Pois é, Algumas pessoas comem sem parar para se desligar da ansiedade, procurando em cada prazerosa mordia soluções para qualquer sentimento que os incomoda, presa, raiva, tensão, rejeição, etc. Qualquer coisa serve para um bom guloso se atracar na geladeira.

Na maioria dos casos, essa fuga vem de berço, e é na infância e na adolescência que o gordo mais sofre, principalmente quando começa a conviver com outros da mesma faixa etária, e quanto mais ele sofre, mais ele come tentando livra-se do sofrimento, ficando mais gordo e sofrendo mais, e comendo mais. Um circulo vicioso se forma em meio a decepções e frustrações. Pobre criança gorda, né?

Em outros casos, uma decepção muito grande pode ser gatilho para um adulto saudável torna-se obeso, como veremos no trecho abaixo:

“A hipótese freudiana da formação da histeria se baseou na articulação entre uma situação traumática e a formação de sintomas, e esse trauma se caracterizava por uma situação na qual a pessoa não era capaz de lidar com a própria angústia decorrente daquela situação. No trabalho investigativo, é possível verificar que a obesidade surge após situações de muito estresse, como a morte de um ente querido ou uma experiência traumática.”

(http://psiquecienciaevida.uol.com.br/ESPS/Edicoes/36/imprime122947.asp)

Um comentário:

  1. Será que, este tipo de fuga, atrapalha a construção do conhecimento do educando?

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